A tecnologia à mercê da inteligência

3 de dezembro de 2018

A tecnologia, evidentemente, contribui para as facilidades dos homens, mas já notou que ao mesmo passo dos avanços tecnológicos as exigências de conhecimento também caminham? Ferramentas ou produtos do Google auxiliam tanto a sociedade como os publicitários. Quando o tema é SEO, as ferramentas também evoluem para facilitar e acelerar resultados que, por sua vez, só são possíveis se houver conhecimento e experiência. Conhecimento exige dedicação, leituras e análises; experiência traz visão de futuro e, juntos, possibilitam a inteligência.

O que queremos dizer é, afinal, que as ferramentas por si só não funcionam sem a interação do homem, sendo este incapaz de trazer resultados efetivos se não usar da sua inteligência. Uma campanha AdWords não vai surtir efeito caso não haja inteligência por trás, que une conhecimentos das mais diversas áreas como a comunicação, tecnologia, lógica, exatas e bom senso.

Do comportamento ao termo de pesquisa

Entender sobre o comportamento do consumidor (como ele busca, o que ele busca, o que é relevante, o que o motiva, onde ele está, como ele está, em qual situação se encontra) confere mecanismos de seleção na composição de uma campanha disponíveis nas ferramentas de SEO. Uma palavra ou termo de pesquisa ideal depende, entre diversos fatores, de contexto. Um termo pode surtir mais efeito quando há compreensão sobre uma determinada situação econômica e o que as mudanças comportamentais alteraram a ordem e a forma de se pesquisar um produto ou serviço. Se o consumidor, por exemplo, vivencia um momento de desemprego, pode estar pesquisando sobre seus direitos dentro de um contexto político de mudanças. Conhecer o que está acontecendo é contextual. Mas o que o público quer saber?

Da tecnologia

Ser encontrado depende da inteligência com que foi desenvolvida uma determinada linguagem dentro de uma programação de site, por exemplo. Fazer um site ou e-commerce com modelos prontos nem sempre são a melhor saída, dependendo dos objetivos almejados. Programação de qualidade depende do conhecimento e experiência dos profissionais. Um exemplo clássico de que apenas a linguagem amigável, meta tags e css por si só não bastam, é a tão comentada experiência do usuário (UX) e o neuromarketing. Sem este conhecimento a linguagem em si não surte efeito esperado.

Lógica e Exatas

Da mesma forma, um SEO que entende de palavra-chave e termo de pesquisa, mas não confere conhecimento de lógica e matemática, também não terá êxito. O leilão de uma determinada palavra ou grupo de palavras-chave requer conhecimento sobre o retorno de investimento, com base em margem de lucro, custos de produtos ou serviços, entre outros fatores que são possíveis a partir da inteligência estratégica. Afinal, não se trata de executar sem acompanhar diariamente as ações dos concorrentes. É como um jogo de xadrez em que os adversários devem ser observados constantemente somando aos objetivos do cliente que estamos prestando serviços.

Do bom senso

Contexto, cultura e oportunidade também caminham juntos. Assim como na comunicação offline, é preciso tomar cuidado com linguagem e a sua regionalidade. Palavras têm significados e interpretações diferentes em determinadas regiões, principalmente quando se trata de uma dimensão territorial tão vasta como a do Brasil. O bom senso é o típico item agregado na experiência adquirida ao longo do tempo.

Por isso, volto afirmar que a tecnologia pode evoluir (e vai!) para contribuir cada vez mais às pessoas. Porém, no mesmo ritmo, os estrategistas de comunicação devem agregar conhecimento e experiência para que sejam cada vez mais inteligentes. Inteligência esta que trará o tão esperado resultado às empresas.

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